segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Discutindo o preconceito


A um certo tempo, comecei a formular pensamentos sobre o preconceito na sociedade brasileira, e veio á tona, uma sequência de idéias sobre o assunto, resultado: tive que parar e organizar melhor as idéias.
Eu comecei a observar que uma das causas do preconceito inicia-se de uma maneira boba e aos poucos vai tomando proporção, é simples, atividades incomuns para um determinado grupo social, gera um pré-conceito sobre aquilo que lhe é desconhecido.

Um exemplo básico pra que se possa ter um melhor entendimento: em alguns estados (principalmente no NE) o forró é um gênero musical que tem grande aceitação pelos habitantes. Mas se alguém que vive entre essas pessoas é amante de música clássica, é provável que seja alvo de preconceito ou de brincadeiras bobas, e dessas brincadeiras vai nascendo disfarçadamente ou descaradamente o preconceito. E por que elas surgem? Porque são hábitos que fogem do comum.

No momento que ocorre um conflito de cultura, pode ser o ponto de partida para a discriminação.

Outro exemplo está na história de colonização do Brasil, onde começa os primeiros conflitos culturais com a chegada dos portugueses nas terras brasileiras, e a princípio ficaram espantados com a maneira com que os indígenas se alimentavam, com a antropofagia que era um ritual praticado dentro da sua cultura e algumas práticas sexuais. Tudo isso só serviu para deixar os portugueses chocados.

E desde então, o hábito pegou e creio eu que alguns brasileiros se acostumaram a discriminar o desconhecido e aquilo que não lhe é comum.


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Você sabe o que é Mitomania?

Estava eu, de bobeira na internet, procurando algumas explicações pra alguns comportamentos humanos, e tem um que me incomoda muito, resolvi então buscar explicações pra isso. Conheço uma pessoa que é portador dessa síndrome e confesso que é difícil conviver com alguém assim, analisei seus comportamentos em determinadas situações e cheguei a conclusão que não é besteira, que trata-se de algo sério, que precisa de atenção e necessita tratamento.

A mitomania (ou mentira obssessivo-compulsiva) é a tendência patológica mais ou menos voluntária e consciente para a mentira. Dizer a verdade é um sofrimento para quem tem mitomania, doença definida como uma forma de desequilíbrio psíquico caracterizado essencialmente por declarações mentirosas, vistas pelos que sofrem do mal como realidade. (dados: Wikipédia)

Há pessoas que acham que depressão é besteira, que comer compulsivamente é coisa de guloso, que estar sempre infeliz com tudo é coisa de mal humorado e que mentir demais é coisa de gente "sem vergonha". A verdade é que nada disso é brincadeira ou pode ser tratada como irrelevante, são doenças sérias e que requerem tratamento. A psiquiatria explica algumas dessas pscicopatologias buscando compreender e solucionar tais doenças.

Conhecer um mitomâno e tentar estabelecer um diálogo com ele não é tarefa fácil, em algumas situações é notável que muitos coisas que ele fala não existem ou nunca aconteceram, tudo ele distorce. A principal característica do portador de mitomania é mentir sem necessidade alguma, e o hábito de mentir com frequêcia faz com que o próprio comece a se convencer de que as coisas fantasiosas que ele fala são verdadeiras, a criação de um mundo imaginário como refúgio da realidade.


Mitomania é uma doença e precisa ser encarada com seriedade, há tratamento e necessita do apoio e compreensão da família.

Beber e dirigir

Hoje vim falar sobre algo que venho observando há um bom tempo, as campanhas pra não beber e dirigir são intensas em nosso país devido ao alto índice de acidentes no trânsito que são registrados ao longo dos anos. O que me faz escrever sobre este tema, é que venho observando como os meios de comunicação vem trabalhando com este problema. A televisão em especial, tem um poder de influenciar toda uma massa de pessoas, e muitos autores de novela utilizam este meio pra tentar amenizar alguns preconceitos existentes na sociedade, como a homofobia, racismo, desrespeito com deficientes, idosos e etc.

A televisão busca trabalhar em cima dos casos mais frequentes de preconceito pra tentar conscientizar e alertar as pessoas pra não continuarem com tais práticas, e esquecem de algumas práticas ilegais que também são muitos frequentes e causam sérias consequências, umas delas é esta de beber e dirigir.

Acho que a duas semanas atrás, eu tinha acabado de jantar, sentei-me no sofá, e na TV estava passando a novela  "Aquele Beijo", na cena a personagem de Juliana Didone saiu de um casamento e foi até a casa do seu par romântico (personagem do Fiuk) dirigindo completamente embriagada, em seguida ele pediu a chave e a levou pra outro lugar.

Pois é, com tantas campanhas e punições pra evitar que as pessoas bebam e depois dirijam, eu nunca vi na televisão brasileira algum autor tratar desse assunto ou simplesmente mostrar uma  simples cena em que o personagem alcoolizado pede pra outra pessoa dirigir ou chama um táxi por que não está em condições de dirigir. Se tem ou já teve, eu nunca vi.

De uma coisa todos sabem, que essa prática é ilegal e não vai ser porque a TV tá mostrando que é errado que vai deixar de acontecer. Não é isso que eu quero dizer. Só não acho certo ficar trabalhando em cima dos mesmos temas, existem outros problemas, e esse era um dos que poderia ser mostrado, afinal, vale lembrar que: "anualmente, ocorrem mais de 350 mil acidentes nas ruas e estradas brasileiras com um saldo sinistro: 33 mil mortos e mais de 400 mil feridos (dados divulgados pelo CONTRAN). Em grande parte desses acidentes - mais 70% - constatou-se que, ao menos um dos motoristas, encontra-se alcoolizado. Portanto é preciso prevenir e reprimir a embriaguez ao volante."
 

Como disse anteriormente, os meios de comunicação, principalmente a TV, tem a capacidade de influenciar e alertar grande parte da população, uma boa contribuição seria condenar essa prática, e mesmo que só algumas pessoas despertem pra esse problema, já será um lucro e estes já não iram fazer parte das tristes estatistícas de acidentes no trânsito.




   

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O Pranto da Meia Noite

As lágrimas que hoje escorrem

pelo meu rosto

são de dor,

de saudade,

dos tempos que não voltam mais.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Vá em busca do Ouro

Mais uma vez volto pra falar de música! Pois é, ultimamente tenho estado muito satisfeito com o novo de “time” dos cantores de MPB, não conhecia muitos, mais aos poucos e quase sempre ao acaso eu fui encontrando um aqui, outro ali e enfim, quando vi, todos os cantores e cantoras eram novas e começando a lançar discos recentemente. Graças à bendita internet, fui começando a conhecer vários outros cantores lendo a biografia, assistindo vídeos no you tube, lendo criticas positivas e como gosto de manter o hábito de estar sintonizado na rádio, sempre que ouço uma música nova e com uma voz não identificável , sempre dou um jeito de ir atrás do cantor, e em alguns casos uma só música já fez com que eu aos poucos fizesse o download de toda a discografia do cantor, e isso é bom demais! 

É, os tempos são outros, os temas das letras, as melodias, os instrumentos, os ritmos, tudo se modificou de uns tempos pra cá. Tenho muito apreço por muitos cantores “das antigas” (como se fala no popular) por conta de meus pais, e foi preciso que eu já tivesse essa base pra hoje poder ir um pouco mais além e saber desfrutar com todo prazer, além de me atualizar, acabo atualizando ao resto da galera daqui de casa ! haha’

Certa vez, conversando com minha mãe,ela falou que o Chico Buarque não irá mais compor como antes, e eu lógico, concordei com ela, como falei acima, vivemos em outro momento, a inspiração será outra. Naquele tempo havia o confronto com a liberdade de expressão, a luta contra a repressão da ditadura , a conseqüência disso eram letras mais encorpadas e com o verdadeiro sentido “camuflado” como nota-se em Cálice, que não tem nada haver com a religiosidade.

 Assim como também já se passou o tempo revolucionário de Cazuza. Querer bancar o jovenzinho rockeiro, revoltado e revolucionário peraê né! Não é ser conformista, mas comparado com o antes, sem dúvidas nossas reinvidicações são diferentes, ainda não atingimos a estabilidade e nem podemos deixar de reivindicar nossos direitos, mas já obtivemos êxito, conquistamos mais liberdade de expressão e ninguém pode nos calar, punir e reprimir tão facilmente. Entendam, não façam confusão, não estou desmerecendo em instante algum o cantor, apenas falando que naquela época o que inspirava ele, o Chico e outros, eram outros temas, os quais já não são todos os mesmos de hoje. Agora o lance é só aproveitar as obras que os cantores deixaram, ainda há momentos em que se podem exemplificar algumas de suas letras para algumas situações contemporâneas.


Voltando pro tema principal, deixo uma dica, é bom estar bem antenado nas bandas e nos novos músicos que estão surgindo, não esperem que a mídia os coloquem em evidência, pois pode demorar ou nem acontecer, caso isso aconteça além de prestigiar o artista de nosso gosto vamos poder responder com um tom esnobe pros que acabaram de descobrir: “Ah, esse eu já conheço faz tempo”. HAHAHA'


OBS: Eu falei dos cantores da nova geração, mas não citei nenhum nome, primeiro que eu sou ciumento com alguns cantores, e segundo, vá em busca que você acha muito mais, e depois se puder, venha compartilhar sua nova descoberta!

“No tempo, no espaço a gente ainda pode criar”





segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Música! Querida, música..

Acho extremamente interessante o poder que a música tem de transformar muitas coisas, a começar pelo humor das pessoas. Esta é uma das atividades que me proporciona muito prazer, parar, ouvir e apreciar uma boa música! É uma sensação indescritível que passa por dentro de mim, que provoca arrepios e até lágrimas.

Pois bem, mas para penetrar na música é preciso saber ouvir, não basta ter uma audição saudável, é necessário entrar na música, na letra e sentir como se estivesse dentro dela, e o resultado com certeza será as melhores sensações possíveis, eu garanto!

Percebi que, ultimamente com essa acessibilidade que a tecnologia nos proporcionou, a música rompeu barreiras, fronteiras, quilômetros e etc. não deixando que ela se prendesse somente á um cd, atualmente, muitas pessoas transportam inúmeras músicas em seus celulares, mp3s, mp4s, ipods e tantos outros players de música existentes no mercado.

A música está em toda parte, nas rádios que tocam nas ruas, nos ônibus (aqueles que incomodam), nos automóveis, e nas mãos de qualquer pessoa, seja lá quem for, do pedreiro ao presidente, ela está em todas as partes, em todas as classes sociais, e não tem cor, religião e opção sexual.
Isso é muito bom, todos tem acesso, mas muitos não sabem ouvir e nem apreciar, usam às vezes só pra romper o silêncio. 

Assim como existem aqueles que não aprenderam a ouvir música, e chegam a julgar que é tudo a mesma coisa ou que não gostam de “zuada” nos ouvidos. Certa vez, ouvi uma vizinha falando pra minha mãe que ela preferia gastar o dinheiro dela comprando um novo conjunto de sofás do que comprando um aparelho de som. Puta que pariu! Fiquei pensando, como pode alguém não gostar de música? Que graça tem uma festa sem música? Meus dias não teriam graça se não tivesse uma música em mente pra cantarolar por todo o dia.

Essa é umas das coisas que eu acredito que se aprende a gostar a partir do berço, não importa o gênero, aprender a  ouvir música desde pequenino, comprar discos, cantarolar e dançar, uma vez iniciadas na infância e tomando gosto por isso, já era, este ser estará condenado a gostar pra sempre de música.

E falando em berço, só sei que quando eu tiver um filho, eu já tenho um repertório de canções pra niná-lo! Hahaha’

A música é um dos reguladores do meu humor, quando estou bem e afim de me sentir bem, procuro sempre ouvir músicas que me deixam bem, uma MPB só de leve, um pouco de bossa e outras, boa parte das músicas que fazem parte do meu repertório são nacionais. Se o momento é de melancolia, eu vou caçar as tais músicas propícias pra esse tipo de momento. Passada a nuvem cinza da melancolia, nada melhor que um sambinha!

Portanto, não deixe de curtir uma boa música, ela será fiel, estará sempre ao teu lado e em qualquer situação. Uma vez fixado este hábito de ouvir música, este se estenderá por um bom tempo dentro da nossa família!



domingo, 27 de novembro de 2011

Basta Compreender

Assim, para os que me conhecem e por ventura passam por aqui e lêem alguns destes textos, imagino que alguns fiquem surpresos e até duvidem que eu mesmo que os escrevo. Um dos motivos que levanta essa suspeita é que, para os que conviveram ou convivem comigo, de fato é um pouco difícil de acreditar que eu sinta, fale e descreva sobre essa tal tristeza.

Pra começar, sempre trato todos da melhor forma possível e sempre bem receptível, alegre e dependendo de quem seja, faço piadinhas só pra descontrair.
Pois é, há momentos em que se sente uma tristeza ou simplesmente bate um desanimo (não confunda com preguiça), qualquer pessoa já passou por um dia assim.

Acontece que, eu tenho que ter um certo CONTROLE sobre essas emoções, e resolver me afundar de vez não vai ser uma boa, e graças ao bom Deus eu convivo com boas pessoas e de vez em quando participo de alguns momentos que me proporcionam um bem-estar imenso, quem não gosta de dar aquela voltinha com os amigos ou daquele churrasquinho em família? Por mais que não se esteja com vontade de sair, de participar, depois termina sendo bom, afinal, boas risadas aliviam a alma e mandam pro ar qualquer tristeza (naquele instante).

Antes que pensem que eu sou um louco e que eu fico procurando problemas pra minha vida, a parada não é bem assim. Somos pessoas diferentes, pensamos, agimos e sentimos de maneiras distintas, pra uns, determinadas emoções causam pouco impacto, em outros as reações são diferentes, e enfim. Eu tenho as minhas e você as suas, isso é fato!

Não me entristeço do nada, ttenho meus motivos e eu que resolvo quando sair ou entrar na sessão deprê! O importante é saber sair, é ter esse controle, eu ainda tenho e espero não perdê-lo. Por isso sempre tratei todos da melhor forma possível, e esse lance de ficar triste o tempo todo iria empatar bastante na minha vida e não seria nada legal.

São só questões emocionais internas e ás vezes momentâneas, que só eu posso resolvê-las, escrevo porque é uma forma de expressar um pouco isso. Não vivo afundado na tristeza tampouco querendo ser triste, acontece que em alguns dias essa tristeza se estende e acaba me deixando mal. Mas também  há dias em que acordo muito bem e fico o resto do dia tranquilo, e hoje foi um dia desses.
Não sou mal agradecido e nem fico chorando de “barriga cheia”, pelo contrário, agradeço sempre, todos os dias pela vida de todos, dos meus familiares, dos meus amigos, e à minha vida.

E como a única forma de amenizar os problemas é buscar as possíveis soluções, eu faço isso. Nem sempre consigo resolvê-los, mais não deixo de tentar, já é um passo que pode mudar consideravelmente.

C'est fini !




sábado, 26 de novembro de 2011

“Desilusão, desilusão... danço eu, dança você, na dança da solidão”

Infelizmente às vezes bate uma tristeza quando me lembro de um relacionamento passado que tive, foi algo que eu nem sonhava que iria acontecer, com uma pessoa inesperada e de repente aconteceu, e quando eu vi...  Vixe, já tava apaixonado pra caramba!

Foi assim comigo e imagino que alguns também pensem assim, a gente nunca se vê em determinadas situações da vida ou simplesmente não acreditamos que um dia irá acontecer conosco, pois é, antes eu já havia consolado algumas amigas que haviam terminado seus relacionamentos e dito aquela velha frase de motivação: “Sai dessa, bola pra frente, esquece!”

Ai ai ai... Como se isso fosse fácil. Constatei por experiência própia que isso não é tão fácil quanto parece ou como se diz. No instante em que se termina um relacionamento o impacto não vem logo, ele vem depois e te derruba bonito.  Eu hein, me via sempre tão equilibrado (ainda sou), e de repente é como diz aquela música da Maysa: “Meu mundo caiu”. Meu Deus, o que era aquilo que estava sentindo? Nem acreditei que era eu mesmo que estava passando por isso. O pior, não tive como contestar, não acreditaria em mim e não teve volta.

Fui deixado por um alguém, e a esse alguém me dediquei e muito amei. Às vezes paro e me pergunto: como alguém pôde jogar fora um sentimento tão sincero e puro como este? Por alguns momentos, me sinto um completo idiota. Lembro das músicas que a ti dediquei e cantei, das juras de amor, das incontáveis mensagens que trocamos, aos segundos, minutos e horas que passávamos no telefone. Chegava a ser engraçado porque bastava estar do teu lado e era tipo aquela frase de uma música do Kid Abelha : COM VOCÊ o TEMPO PÁRA, SEM VOCÊ o TEMPO VOA,  SEM VOCÊ eu PERCO o TEMPO, COM VOCÊ ME SINTO IMORTAL...”
E quando eu me lembro de tudo isso, parece que nada que eu fiz, nada do que eu disse foi agradável, nada, nada e nada, é um sensação nada legal.

Um ato que pode trazer sérias conseqüências é alguém antes de ter absoluta certeza sobre o que está se passando no seu relacionamento é resolver terminar por causa de SUPOSIÇÕES, POR COISAS QUE SÓ APARENTAVAM mais NÃO ERAM, é deixar se vencer pela insegurança, pelo medo.
Alguém que faz isso está se privando de viver bons momentos ao lado da pessoa que se ama, achando que vai poupar sofrimento sendo que só faz aumentar.

O que me angustia mais é lembrar de toda a dedicação e o carinho que entreguei, foi tudo tão intenso e tão puro, aquela vontade de viver por anos e anos ao lado de quem eu amava se ampliava dentro de mim, eu só queria isso, eu fazia de tudo pra isso, eu acreditava nisso. 
Mas você fez com que eu tropeçasse e me machucasse sozinho. É, talvez você também tenha sofrido, não sei, mais essa tua frieza e esses teus princípios dogmáticos incontestáveis não te tornam alguém melhor, mais sensível e também não te faz evoluir, só te faz sofrer. 
Para e pensa, já não tá na hora de parar de fazer isso? Faz alguma coisa, dá um jeito e vamos ao menos tentar reparar e esclarecer as coisas.

Não nego que por alguns instantes me flagro imaginando uma ligação ou uma mensagem sua pedindo pra conversar sobre o que vivemos ou simplesmente me pedindo pra voltar...
Eita, mais eu imagino tanta coisa... Só não sei quando é mesmo que isso irá acontecer, eu sei que pra você seria extremamente difícil fazer isso, afinal você nunca fez isso antes e uma atitude como essa vai contra seus princípios, não é? Não posso deixar que esses pensamentos consumam meu tempo e até quando ficarei alimentando tal esperança?

Não estou bancando o inocente, eu só queria te dizer que ainda vale à pena, ainda podemos viver momentos melhores, ainda podemos escrever um novo começo, basta você ver que o poder de reverter essa situação está em suas mãos. Se ainda é cabível, que bom, eu ainda estou disposto a esclarecer algumas coisas, se pra você já não importa mais, eu terei que seguir meu caminho, sozinho.

Ufa! Desabafei.

Dias Longos


Eu tô cansado
Preciso de uma razão pra viver
Há uma razão pra viver
Mas onde estás?
Sei que és presente, manifeste-se, apresente-se
Aproxime-se!
A angústia e a insatisfação tomam conta de mim
Não sei como domá-las, não tenho forças pra isso
Talvez seja passageiro, um mal da idade.
Que seja!
E passe logo, ou não...
Enquanto isso vivo na tristeza e no tédio
Que só amargam meus dias.

Mudanças


Acredito as vezes me esforçar
o suficiente.
Mais logo depois, constato que
o suficiente não foi suficiente.
Estou desconfigurado.
Não sei o que fazer.
Onde fazer
e o que mudar.


Mateus Amorim - 25/11/2011

A Volta!


Após um ano sem escrever neste blog, cheguei a conclusão que, este período de final de ano que é uma época em que costumo estar mais relaxado (pausa nos estudos) tenho mais tempo para pensar e refletir sobre diversos fatos e situações que passei e que senti ao decorrer deste ano.
Nessa época, quando vai entrando o natal vou ficando um pouco nostálgico. Eu já deixei de ser criança, aquela vibração, aquela ânsia de querer pra chegar logo o dia do natal já se passou, estou em outro momento, dizem que em certas fases da vida a gente tem determinadas prioridades e hoje ganhar presentinhos e esperar o Papai Noel já não é mais a minha.

Enfim, é um período em que eu penso em tanta coisa... ainda bem que me sobra um tempinho pra escrever e compartilhar sobre essas coisas.

Lembrando: Não importa se recebo ou não muitas visitas, ou se tu gosta ou não, o nome do blog já diz: Espaço Meu.